No total, cinco ciclistas chegaram à meta. Uma mistura eclética, com mulheres de todo o Mundo, incluindo do Brasil e de Israel, e dos países mais tradicionais do ciclismo, Países Baixos e Bélgica. No entanto, nos últimos 20 quilómetros, o que se viu foram os grandes ciclistas que se esperaria que competissem por uma vitória destas.
Elisa Longo Borghini, Lotte Kopecky, Shirin van Anrooij e Marianne Vos formaram um quarteto que liderou a corrida até à final, com um grupo de perseguição de quatro mulheres igualmente recheado de estrelas, composto por Demi Vollering, Puck Pieterse, Katarzyna Niewiadoma e Thalita De Jong, não muito atrás.
Apesar dos repetidos ataques, as quatro entraram no último quilómetro. No final, foi Vos quem conseguiu a vitória, com Kopecky e Longo Borghini a completarem o pódio.
Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, já escrevi sobre política e desporto. Completamente cativado por ciclismo e wrestling, não perco a hipótese de acompanhar outras modalidades e de conhecer as histórias menos convencionais. Nos tempos livres dedico-me à escrita criativa, nomeadamente à poesia