“A minha primeira corrida foi excelente”: Novo reforço da EF entusiasmado após estreia no Tour Down Under

Ciclismo
terça-feira, 27 janeiro 2026 a 11:30
Luke Lamperti, ciclista de EF Education-EasyPost
Mudar de cores raramente é simples, mas Luke Lamperti parece ter-se adaptado depressa. O sprinter norte-americano entra em 2026 com a EF Education-EasyPost após terminar o seu período na Soudal - Quick-Step, e as primeiras impressões depois do Tour Down Under dificilmente podiam ser mais positivas.
Sair de uma estrutura belga tão prolífica implicava sempre abraçar alguma incerteza. Lamperti sabia-o e, ainda assim, escolheu um ambiente diferente, convencido de que este novo projeto lhe pode dar o que precisa neste momento: confiança e oportunidades reais.
“Mudar de equipa é complicado porque nunca sabes como vai ser”, admitiu ao Domestique após a sua primeira corrida com a EF. “Gostei muito da Quick-Step e o ambiente lá era bom. Mas conheço muitos dos rapazes aqui, sempre ouvi coisas muito positivas sobre a equipa e, desde o início, deram-me oportunidades. Essa foi uma das principais razões para a mudança”.
Esse apoio foi evidente desde o primeiro dia. Lamperti destacou o ambiente e a forma natural como se integrou com o staff e os novos colegas. “Todo o staff tem sido incrível, os corredores também, e a minha primeira semana a correr com a equipa foi muito boa”, resumiu, descrevendo uma estreia calma e encorajadora na Austrália.

Um papel variado e exigente

Luke Lamperti durante o prólogo de abertura no Tour Down Under 2026
Luke Lamperti durante o prólogo de abertura no Tour Down Under 2026
No Tour Down Under, a sua missão foi variada e minuciosa. Trabalhou para Harry Sweeny, que assinou uma sólida geral, ao mesmo tempo que procurou as suas próprias hipóteses ao sprint, com o décimo lugar na 1ª etapa como melhor resultado.
“O Sweeny esteve muito bem na geral e consegui ajudar no posicionamento e nesses detalhes”, explicou. “Depois tento agarrar as minhas oportunidades quando posso, mesmo nos sprints mais duros”.
Lamperti admite que as pernas nem sempre responderam como desejava, mas valoriza o processo. “Não estive no meu melhor fisicamente, mas estivemos na discussão, a trabalhar nos lançamentos e a habituar-nos a rolar juntos”, referiu, sublinhando a curva de aprendizagem desta primeira semana.
No global, o balanço é claramente positivo. Para o norte-americano, estas primeiras corridas deram uma base sólida para o resto da temporada. “Foi bom entrar logo em competição e recuperar o ritmo de corrida”, concluiu. “Como equipa estivemos bem e isso coloca-nos numa posição muito forte para o que vem a seguir”.
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