Perfil e percurso do Tour of Bruges 2026

Ciclismo
domingo, 22 março 2026 a 17:00
Perfil_VoltaBruges2026
O Tour of Bruges 2026 disputa-se a 25/3/2026 e abre o bloco principal das Clássicas belgas de primavera do World Tour. A antiga Clásssica Brugge-De Panne favorece os sprinters, mas o vento costuma semear o caos. Analisamos o Perfil da corrida, com partida estimada às 12:00 e chegada às 16:05 (Hora portuguesa).
A corrida conheceu vários formatos ao longo do tempo e durante muitos anos foi a 4 Dias de De Panne, uma prova por etapas na região que incluía setores de empedrado, sprints e contrarrelógio. Foi neste formato que Roger Rosiers venceu a primeira edição em 1977, numa corrida que rapidamente ganhou grande reputação no pelotão. Sean Kelly triunfou em 1980, projetando-a internacionalmente. Também venceram nomes como Johan Museeuw, Michele Bartoli e Peter van Petegem, assim como o norte-americano George Hincapie e o britânico David Millar, este último em 2010.
Em 2018 passou a corrida de um dia, talhada para sprinters. Com exceção de 2020, quando o vento forte permitiu o domínio da Quick-Step e a vitória de Yves Lampaert, todas as edições foram ganhas por sprinters de topo: Elia Viviani, Dylan Groenewegen, Sam Bennett, Tim Merlier, Jasper Philipsen (em 2023 e 2024) e mais recentemente Juan Sebastián Molano, que conquistou a clássica belga à frente de Jonathan Milan em 2025, após um final repleto de quedas.

Perfil: Brugge - Brugge

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Brugge - Brugge, 203 quilómetros
A prova de um dia foi remodelada e aquilo que era um traçado plano, a partir de longe de De Panne e com uma longa aproximação à cidade, dá agora lugar a um circuito mais próximo e em torno de Brugge.
A corrida tem 203 quilómetros e mantém o mesmo conceito, na mesma região, mas por estradas diferentes. Há três voltas a um circuito de 60 quilómetros na fase final, que inclui um curto setor de empedrado a terminar a 30 quilómetros da meta.
Contudo, a ameaça dos ventos cruzados diminui, já que a prova se torna mais urbana, com mais curvas e menos tempo consecutivo em zonas expostas. O final em De Panne era extremamente perigoso, pelo que esta foi uma decisão lógica.
Aqui, os quilómetros finais exigem pouca técnica dos corredores, o que anuncia velocidades muito altas na entrada e dentro da cidade. Espera-se um duelo puro de sprinters entre muitos dos melhores do mundo.
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