Remco Evenepoel manteve o seu segundo lugar na Volta a França, apesar do ressurgimento de Jonas Vingegaard num dia em que a classificação geral sofreu mais alterações do que se esperava. O belga fez mais uma etapa controlada, terminando em terceiro lugar e aumentando a sua vantagem sobre muitos dos seus rivais.
A Soudal - Quick-Step não teve de trabalhar e Remco Evenepoel apenas se concentrou em subir de forma eficiente e rápida ao alto do Puy Mary quando Pogacar atacou a 31 quilómetros do fim. "O ataque de Tadej foi muito poderoso", disse Evenepoel em declarações ao Sporza. "Naquele momento, o Yates estava a meter um ritmo incrível na frente do grupo. Nem sequer foi uma questão de tentar ir com eles, escolhi o meu próprio ritmo". O seu próprio ritmo foi suficiente para criar uma pequena diferença sobre os ciclistas que vinham atrás de si no topo da subida e no Col de Perthus, para apanhar Primoz Roglic.
Remco Evenepoel mantem-se firme no pódio após a 11ª etapa
"Depois apanhei o Primoz que tinha explodido completamente. Tentámos apanhar o Pogacar e o Vingeggard mas não conseguimos". Ainda assim, limitou as perdas para apenas 25 segundos na meta, o que significou que o belga também conseguiu tirar 25 segundos à desvantagem ( eram 50 segundos) que a dupla tinha para Pogacar e Vingeggard no alto de Perthus. Evenepoel conseguia assim defender o seu segundo lugar.
"Pensei que estava a andar muito bem nas descidas, mas os outros estavam mesmo a andar ainda melhor. Hoje foi uma boa etapa. Talvez não tenha tido as melhores sensações, senão teria tentado reagir ao ataque, mas correu tudo bem. Voltei a ganhar tempo a alguns homens", continuou.
Evenepoel ouviu Primoz Roglic cair atrás de si já na entrada do ultimo quilometro "O Roglic também caiu,,, mas no final foi uma boa etapa". No entanto, o esloveno ficou com o mesmo tempo de Evenepoel devido às regras da etapa. "São regras e isso faz parte da corrida. Não há problema."
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