"Foi bom correr o final desta corrida que eu adoro", refletiu o Campeão Nacional Britânico após a corrida. Embora esta tenha sido a edição mais rápida do Paris-Roubaix na história, é justo dizer que Wright não gostou exatamente do seu dia nos paralelos franceses. "Foi horrível, a corrida mais difícil da minha vida".
"Estou um pouco triste por não ter ficado entre os dez primeiros, mas sinto que hoje mostrei que tinha as pernas que talvez tenham faltado até agora na época das clássicas", continua o jovem de 24 anos. "Estou contente por ter desempenhado um papel importante na corrida... e que corrida que foi".
Com o líder esperado, Matej Mohoric, de fora depois de uma queda na Volta à Flandres, o desempenho de Wright e a sua boa classificação foram mais do que suficientes para deixar a equipa satisfeita. "Podemos estar muito contentes com o nosso dia, para ser honesto. A estratégia estava certa e o Fred esteve muito forte, merecia um resultado de topo e conseguiu-o", avalia o Diretor Desportivo Michal Golaś. "Não só o Fred, mas também o Dusan Rajovic entraram na fuga; sabíamos que a corrida ia explodir cedo e explodiu. Estivemos presentes em todos os momentos-chave durante todo o dia."
Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, já escrevi sobre política e desporto. Completamente cativado por ciclismo e wrestling, não perco a hipótese de acompanhar outras modalidades e de conhecer as histórias menos convencionais. Nos tempos livres dedico-me à escrita criativa, nomeadamente à poesia