Há alguns dias, a prestigiada revista de ciclismo Velo publicou uma notícia sobre o potencial calendário de 2025 para os Big 6. Este grupo é composto por Tadej Pogacar, Jonas Vingegaard, Remco Evenepoel, Mathieu van der Poel, Wout van Aert e Primoz Roglic. Pelas informações iniciais, pode-se ver que cada voltista escolhe normalmente uma corrida diferente para brilhar e os grandes confrontos serão em grandes eventos como a Volta a França ou os Monumentos.
O antigo profissional e atual analista desportivo Tom Danielson, vencedor de uma etapa na Vuelta de 2006, deu a sua opinião sobre o assunto. O americano citou a publicação Velo, indicando que, para ele, não é uma boa ideia andarem a evitar o líder esloveno da UAE Team Emirates XRG, com a intenção de deixar tudo para o Tour.
"Se formos rivais do Tadej, esta estratégia não é a melhor do meu ponto de vista. Se estás realmente a tentar reduzir a diferença e queres competir com o Tadej no Tour, então alguns dias de corrida contra ele para ver qual é o seu nível, ver onde estás e ver como ele está a correr ajudariaa aumentar as tuas hipóteses na Grand Boucle".
"Os rivais precisam de fazer mais do que calcular a sua potência a partir dos tempos de subida e depois tentar igualá-la nos treinos. Mas olhando do sofá, parece que os seus rivais estão a fazer o que já fizeram antes, mas mais na esperança de que funcione, ou estão a experimentar novas estratégias de treino na esperança de que deem mais frutos. Mas, seja como for, ambas as abordagens não estão comprovadas que sejam fiáveis para chegarem ao nível do Tadej. Penso que precisam de entrar mais no ringue com ele para aprenderem mais e testarem em que ponto estão".
"Para complicar ainda mais as coisas, suponho que o Tadej terá novos truques para a próxima época. Se um rival do Pogacar estiver a ver o desempenho dele pela televisão, estará a perder uma oportunidade fundamental para aprender realmente como poderá fazer-lhe frente e competir contra ele."
Miguel Marques é editor e redator do CiclismoAtual, onde cobre o ciclismo profissional internacional com forte foco em análise competitiva, estratégia de corrida e o calendário do UCI WorldTour. Desde que se juntou à plataforma em novembro de 2024, escreveu milhares de artigos, contribuindo com antevisões diárias das corridas, resumos pós-etapa, análises táticas e análises aprofundadas das equipas e ciclistas do pelotão profissional.
Tem mantido blogs ao vivo para as maiores corridas por etapas do ciclismo profissional, incluindo a Volta a Itália, a Volta a França e a Volta a Espanha, oferecendo cobertura em tempo real das etapas, atualizações contextuais e insights táticos ao longo de cada corrida. Além de suas reportagens digitais, tem assistido pessoalmente a eventos de ciclismo profissional, fortalecendo sua compreensão em primeira mão do panorama competitivo e organizacional do desporto.
O seu trabalho editorial baseia-se no acompanhamento contínuo dos dados oficiais das corridas, comunicações das equipas, declarações dos ciclistas e tendências de desempenho, garantindo reportagens contextualizadas, precisas e verificadas para um público internacional. Além de escrever, Miguel gere os canais do Facebook e Twitter do CiclismoAtual, mantendo atualizações em tempo real para aumentar o tráfego do site, expandir o alcance do público e aumentar a presença da plataforma nas redes sociais dentro da comunidade ciclística global.
Miguel é licenciado em Ciência e Tecnologia Animal e está atualmente a concluir um mestrado em Engenharia Zootécnica. A sua formação académica em metodologia científica e análise crítica influencia uma abordagem estruturada e baseada em evidências ao jornalismo desportivo, com forte ênfase na verificação de fontes e precisão factual.
O seu envolvimento com o ciclismo começou em 2014, durante a vitória de Vincenzo Nibali no Tour de France, o que despertou um interesse sustentado e profundo pelo desporto. Desde então, tem acompanhado de perto a evolução das equipas, dos ciclistas e dos desenvolvimentos táticos nas competições do WorldTour e de nível de desenvolvimento, construindo uma experiência consistente na dinâmica do ciclismo profissional moderno.
Também pratica ciclismo recreativo, mantendo uma ligação pessoal direta com a disciplina que analisa profissionalmente.
If you are a rival to Tadej, this strategy is not the best in from my point of view. If you truly are trying to close the gap and compete with Tadej at the TDF then some race days with him to see his level, see where you are at, and see how he is racing would help your chances at
Velo
@velovelovelo__
Where are elite men's 'Super 6' racing in 2025?
The Tour de France might be the only race all season where the peloton's "bigs" converge at once
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